segunda-feira, 3 de dezembro de 2012



Castro Alves

Teresa
A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta
a correnteza,
A valsa nos levou nos giros
seus...
E amamos juntos... E depois
na sala
"Adeus" eu disse-lhe
a tremer co'a fala...
E ela, corando, murmurou-me: "adeus."
Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus...
Era eu... Era a pálida Teresa!
"Adeus" lhe disse conservando-a presa...
E ela entre beijos murmurou-me: "adeus!"
Passaram tempos... sec'los de delírio
Prazeres divinais... gozos do Empíreo...
... Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse — "Voltarei!... descansa!...
Ela, chorando mais que uma criança,
Ela em soluços murmurou-me: "adeus!"
Quando voltei... era o palácio em festa!...
E a voz d'Ela e de um homem lá na orquesta
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!...
E ela arquejando murmurou-me: "adeus!"

Castro Alves

Teresa
A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta
a correnteza,
A valsa nos levou nos giros
seus...
E amamos juntos... E depois
na sala
"Adeus" eu disse-lhe
a tremer co'a fala...
E ela, corando, murmurou-me: "adeus."
Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus...
Era eu... Era a pálida Teresa!
"Adeus" lhe disse conservando-a presa...
E ela entre beijos murmurou-me: "adeus!"
Passaram tempos... sec'los de delírio
Prazeres divinais... gozos do Empíreo...
... Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse — "Voltarei!... descansa!...
Ela, chorando mais que uma criança,
Ela em soluços murmurou-me: "adeus!"
Quando voltei... era o palácio em festa!...
E a voz d'Ela e de um homem lá na orquesta
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!...
E ela arquejando murmurou-me: "adeus!"

Castro Alves

Teresa
A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta
a correnteza,
A valsa nos levou nos giros
seus...
E amamos juntos... E depois
na sala
"Adeus" eu disse-lhe
a tremer co'a fala...
E ela, corando, murmurou-me: "adeus."
Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus...
Era eu... Era a pálida Teresa!
"Adeus" lhe disse conservando-a presa...
E ela entre beijos murmurou-me: "adeus!"
Passaram tempos... sec'los de delírio
Prazeres divinais... gozos do Empíreo...
... Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse — "Voltarei!... descansa!...
Ela, chorando mais que uma criança,
Ela em soluços murmurou-me: "adeus!"
Quando voltei... era o palácio em festa!...
E a voz d'Ela e de um homem lá na orquesta
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!...
E ela arquejando murmurou-me: "adeus!"

Castro Alves

Teresa
A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta
a correnteza,
A valsa nos levou nos giros
seus...
E amamos juntos... E depois
na sala
"Adeus" eu disse-lhe
a tremer co'a fala...
E ela, corando, murmurou-me: "adeus."
Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus...
Era eu... Era a pálida Teresa!
"Adeus" lhe disse conservando-a presa...
E ela entre beijos murmurou-me: "adeus!"
Passaram tempos... sec'los de delírio
Prazeres divinais... gozos do Empíreo...
... Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse — "Voltarei!... descansa!...
Ela, chorando mais que uma criança,
Ela em soluços murmurou-me: "adeus!"
Quando voltei... era o palácio em festa!...
E a voz d'Ela e de um homem lá na orquesta
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!...
E ela arquejando murmurou-me: "adeus!"

Castro Alves

Teresa
A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta
a correnteza,
A valsa nos levou nos giros
seus...
E amamos juntos... E depois
na sala
"Adeus" eu disse-lhe
a tremer co'a fala...
E ela, corando, murmurou-me: "adeus."
Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus...
Era eu... Era a pálida Teresa!
"Adeus" lhe disse conservando-a presa...
E ela entre beijos murmurou-me: "adeus!"
Passaram tempos... sec'los de delírio
Prazeres divinais... gozos do Empíreo...
... Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse — "Voltarei!... descansa!...
Ela, chorando mais que uma criança,
Ela em soluços murmurou-me: "adeus!"
Quando voltei... era o palácio em festa!...
E a voz d'Ela e de um homem lá na orquesta
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!...
E ela arquejando murmurou-me: "adeus!"

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Kevlar

A fibra ultra-resistente usada para fazer coletes à prova de bala
O que é o Kevlar?
É conhecido como o material com o qual coletes à prova de balas e armaduras são feitas. Mas ele pode ter muitas outras aplicações, tais como pneus de bicicleta, velas de iate, cordas, e pastilhas de freio. Ele pode fazer isso porque, apesar de ser uma fibra, tem uma altíssima razão força/peso, e é considerado como sendo 5 vezes mais forte do que um peso igual de aço. Na realidade, é uma marca comercial da empresa química DuPont, que o sintetizou pela primeira vez em 1965.

Quem inventou o Kevlar?
Uma química chamada Stephanie Kwolek inventou o Kevlar, enquanto trabalhava para a DuPont, em seus laboratórios de Wilmington. Na expectativa de uma escassez de gás, em 1964, o grupo de pesquisa da DuPont, liderado por Kwolek, começou a procurar uma nova fibra leve, porém forte, para ser usada em pneus. Um dia, ao tentar dissolver um de seus polímeros, algo estranho aconteceu. Ela relatou:
"Normalmente, uma solução de polímero lembra uma espécie de melaço, embora possa não ser tão grossa. E geralmente é transparente. Esta solução de polímero derramou quase como água, e estava turva. Eu pensei: 'Há algo diferente nisso. Isto pode ser muito útil. "
Esse tipo de solução "turva, opalescente, e de baixa viscosidade" seria simplesmente jogada fora. No entanto, o técnico Charles Smullen, que manipulava a máquina de produzir fibras, persuadiu Kwolek a testar a sua solução. Quando fiado como uma fibra, eles ficaram surpresos ao descobrir que, ao contrário de uma fibra bem conhecida da época, o nylon, esta nova fibra não se quebrou. Tanto o seu supervisor quanto o diretor do laboratório entenderam o significado de sua descoberta e um novo campo da química dos polímeros nasceu. Após seis anos, o Kevlar entrou no mercado.

O que realmente é isto?
Kevlar é um tipo de fibra de aramida, abreviação para 'poliamida aromática', onde as moléculas formam cadeias longas e altamente orientadas. As fibras podem ser fiadas ou tecidas em tapetes ou tecidos para explorar essas propriedades excepcionais.
O Kevlar é feito a partir de uma reação de condensação de uma amina (1,4-fenileno-diamina) e um cloreto de ácido (cloreto de tereftaloíla, ou o cloreto do ácido tereftálico, o mesmo ácido usado na confecção do plástico conhecido como PET - polietileno tereftalato).
Uma seção da cadeia individual de Kevlar pode ser vista abaixo:
estrutura kevlar
As cadeias de Kevlar são relativamente rígidas e tendem a formar principalmente folhas planas, semelhantes às da seda. Isto é devido à orientação -para (1,4) das substituições dos anéis de benzeno. Quando o Kevlar é fiado, as cadeias ficam ligadas entre si através de ligações de hidrogênio, formando uma folha que tem uma alta força tensora. As folhas também empilham-se radialmente, como os raios de uma roda, permitindo interações adicionais entre grupos aromáticos que estão face a face em folhas vizinhas, ajudando a aumentar a resistência da fibra como um todo
folhas

Por que o Kevlar é tão especial?

Ele tem propriedades magníficas:
É forte, mas relativamente leve.
Diferente da maioria dos plásticos ele não derrete: resiste razoavelmente ao calor e se decompõe apenas em torno dos 450 °C.
Pode ser inflamado, mas a queima geralmente para quando a fonte de calor é removida.
Resfriamento a temperaturas muito baixas têm pouco efeito sobre o Kevlar. Não há fragilização sensível ou degradação até -196 ° C, o que o torna excelente para condições árticas.
Como outros plásticos, a exposição prolongada à luz ultravioleta (luz solar, por exemplo) provoca a descoloração e alguma degradação das fibras.
Kevlar pode resistir a ataques de vários componentes químicos diferentes, embora a longa exposição a ácidos e bases fortes possa degradá-lo depois de algum tempo.
Permanece praticamente inalterado após exposição à água quente por mais de 200 dias e suas propriedades não são afetadas pela umidade.
Como mencionado acima, a aplicação mais conhecida do Kevlar é na composição de artigos de proteção pessoal, tais como coletes à prova de balas, capacetes de combate, máscaras, etc. Além disso, também encontramos Kevlar nas seguintes aplicações:
Corvette Kevlar
  • equipamentos desportivos, tais como revestimentos internos para pneus de bicicleta, bastões, cordas de arco, linhas de suspensão de parapente, e vestuário de segurança de motociclistas.
  • membranas de instrumentos de percussão, uma vez que pode ser muito esticado, produzindo um som mais limpo.
  • fibras de Kevlar podem ser tecidas em cordas ou cabos, as quais têm sido utilizadas para apoiar pontes suspensas
  • capa protetora externa para fibras óticas
  • substituto para o amianto nas pastilhas de freio do automóvel, e em algumas juntas de tubo de borracha
  • é frequentemente usado em conjunto com fibra de vidro e fibras de carbono como agentes de reforço em materiais compósitos. Tais compostos encontram uso na indústria aeroespacial, automobilismo (como o Corvette Kevlar na foto, à direita>, rotores e pás de helicópteros, e muitas peças especiais de equipamentos desportivos.

Maior Navio Cargueiro do Mundo


Maior Navio Cargueiro do Mundo

O maior navio cargueiro do mundo

Com 397 metros de comprimento e 63 metros de largura, o Emma Maerks é atualmente o maior Navio de Contêineres do Mundo operando no maior porto do Mundo, em Rotterdam, na Holanda.


O navio pode transportar mais de 11000 containers de 20 pés, mas especula-se que sua capacidade pode chegar à 15000 containers.


Por ser altamente informatizado o gigante pode ser operado por uma tripulação de apenas 13 pessoas.


O Emma Maersk é de bandeira dinamarquesa, está em atividade desde setembro de 2006 atuando na rota da Ásia à Europa.


A pintura de seu casco é em silicone, o que reduz a resistência da água e com isso economia de cerca de 1,2 milhão de litros de combustível por ano.


Possui 11 gruas para o auxilio de carregamento e descarregamento.


Alguns dados deste gigante.- Nome: Emma Maersk
- Origem: Dinamarca
- Comprimento - 397 metros
- Largura - 63 metros
- Calado (carregado) - 16 metros
- Deslocamento bruto - 123.200 tons
- Propulsão - Um motor diesel de 14 cilindros em linha, produzindo 110.000 BHP, eixo e hélice únicos.
- Velocidade de serviço 50 Km/h
- Custo estimado - Acima de US$ 145 milhões.
- Capacidade: 15.000 TEU's (1 TEU = 1 Contêiner de 20 pés)
- Tripulantes - 13
- Primeira Viagem: 08/09/2006

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A notícia e a reportagem

«O jornalismo, na sua justa e verdadeira atitude, seria a intervenção permanente do país na sua própria vida política, moral, religiosa, literária e individual.

O jornalismo não sabe que há o abatimento moral, o cansaço, a fadiga, o repouso. Se ele repousasse, quem velaria pelos que dormem?
(…)
Há homens, há trabalhadores de ideias, filósofos, que fazem o mesmo áspero trabalho incessante: mas esses têm glória, que é como um bálsamo divino, derramado nos seus cansaços.

O jornalista não: trabalha, luta, derrama ideias, sistemas, filosofias sociais e populares, estudos reflectidos, improvisações, defesas eloquentes, nobres ataques da palavra e da ideia: pois bem, tudo isso passa, morre, esquece; aquela folha delgada e leve, onde ele põe o seu espírito, a sua ideia, a sua consciência, a sua alma, perde-se, desaparece, some-se sem esperanças de vida, de duração, de imortalidade, como uma folha de árvore ou como um trapo arremessado ao monturo.»
A notícia e a reportagem

«O jornalismo, na sua justa e verdadeira atitude, seria a intervenção permanente do país na sua própria vida política, moral, religiosa, literária e individual.

O jornalismo não sabe que há o abatimento moral, o cansaço, a fadiga, o repouso. Se ele repousasse, quem velaria pelos que dormem?
(…)
Há homens, há trabalhadores de ideias, filósofos, que fazem o mesmo áspero trabalho incessante: mas esses têm glória, que é como um bálsamo divino, derramado nos seus cansaços.

O jornalista não: trabalha, luta, derrama ideias, sistemas, filosofias sociais e populares, estudos reflectidos, improvisações, defesas eloquentes, nobres ataques da palavra e da ideia: pois bem, tudo isso passa, morre, esquece; aquela folha delgada e leve, onde ele põe o seu espírito, a sua ideia, a sua consciência, a sua alma, perde-se, desaparece, some-se sem esperanças de vida, de duração, de imortalidade, como uma folha de árvore ou como um trapo arremessado ao monturo.»


A notícia

A notícia caracteriza-se por ser uma narrativa breve, eminentemente informativa, de um acontecimento real e actual com interesse para um público vasto.
Destinada à difusão pelos vários meios de comunicação social, esta narrativa deve ser apelativa e eficaz. Cabe ao seu redactor o enquadramento dos factos e a percepção rigorosa daquilo que é essencial, sem nunca esquecer certas regras de codificação, como o uso de vocabulário claro, simples e objectivo.
Na notícia predomina o modo indicativo, porque este modo exprime acontecimentos ou estados reais. Os modos conjuntivo e condicional não são tão utilizados, já que encaram o facto expresso pelo verbo como algo incerto ou eventual, inspirando dúvida no leitor.
Outras características de morfologia e sintaxe da notícia:
- frases curtas, pouco complexas e de tipo declarativo;
- nível de língua corrente;
- função informativa da linguagem;
- disposição da informação essencial no início da frase;
- utilização frequente de nomes e de verbos de acção e movimento em detrimento de adjectivos, principalmente dos valorativos (que emitem juízos de valor).

A notícia

A notícia caracteriza-se por ser uma narrativa breve, eminentemente informativa, de um acontecimento real e actual com interesse para um público vasto.
Destinada à difusão pelos vários meios de comunicação social, esta narrativa deve ser apelativa e eficaz. Cabe ao seu redactor o enquadramento dos factos e a percepção rigorosa daquilo que é essencial, sem nunca esquecer certas regras de codificação, como o uso de vocabulário claro, simples e objectivo.
Na notícia predomina o modo indicativo, porque este modo exprime acontecimentos ou estados reais. Os modos conjuntivo e condicional não são tão utilizados, já que encaram o facto expresso pelo verbo como algo incerto ou eventual, inspirando dúvida no leitor.
Outras características de morfologia e sintaxe da notícia:
- frases curtas, pouco complexas e de tipo declarativo;
- nível de língua corrente;
- função informativa da linguagem;
- disposição da informação essencial no início da frase;
- utilização frequente de nomes e de verbos de acção e movimento em detrimento de adjectivos, principalmente dos valorativos (que emitem juízos de valor).

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

comunição

As recompensas das boas comunicações são grandes, mas difíceis são os meios de se obtê-las, para isto sempre esteja atento às bases para a boa comunicação, para que ocorra comunicação entre duas pessoas (transmissor/receptor) é vital que se observem as seguintes regras: 
  • Saber Ouvir - Demonstre estar apto a ouvir informações mesmo que desagradáveis e críticas, procurando vê-las de forma construtiva. Escute, ouça atentamente, demonstrando interesse pelo que está sendo apresentado, não interrompa desnecessariamente.
  • Examine o ponto criticado - Seja humilde e examine o ponto criticado para dar crédito às boas ideias e ao trabalho sincero. Ao receber críticas, procure extrair os aspectos positivos e construtivos. Posteriormente analise e estabeleça procedimentos de ajuste e/ou correções.
  • Evite termos técnicos - Não use gírias e evite termos técnicos que podem atrapalhar na comunicação, se for imprescindível o seu uso, explique qual o significado dos termos usados. Você pode estar falando com alguém que quer entender o que você está falando e não consegue, provavelmente na próxima vez ele não o procurará. Use uma linguagem que descreva a realidade.
  • Esclareça suas ideias - Esclareça suas ideias antes de transmiti-las, faça com que elas sejam precisas. Analise se as suas ideias estão coerentes com o que se deseja transmitir.
  • Expresse o seu interesse - Entre frequentemente em contato com as pessoas e escute. Expresse seu interesse pelos seus problemas e escute. Questione o interlocutor, peça detalhes.
  • Ações X Informações - Demonstre que ações são tomadas baseadas em informação, caso contrário o pessoal pensará que não valeu a pena o tempo e o esforço despendidos para manter o fluxo de comunicação. Execute suas ações com base nas informações adquiridas e validadas.
  • Suas ações apoiam o que você diz? - Suas ações refletem o que você pensa e diz para os outros.
  • Procure ser objetivo- Seja objetivo, não faça rodeios, mesmo que a mensagem seja o que as pessoas não gostariam de ouvir.
  • Que mensagem  quero transmitir? - Trace qual é o objetivo da mensagem, o que você deseja que os receptores da mensagem absorvam, qual é o verdadeiro propósito da comunicação.
  • A quem vou me dirigir? - Antes de transmitir alguma informação, procure conhecer qual vai ser o público. A quem você quer afetar e qual é o momento adequado. Se necessário, PREPARE-SE.
  • Consulte outras pessoas- Consulte outras pessoas para planejar as comunicações, peça opiniões, lembre que aqueles que o ajudam a planejar, com certeza o apoiarão.
  • Como transmitir? - Como você deve transmitir a sua mensagem, esteja atento a sua tonalidade de voz, da receptividade de quem ouve, bem como da linguagem que você irá utilizar.
  • Verifique se foi entendido- Sempre verifique se você foi entendido, faça perguntas, pergunte o que foi entendido e não se a pessoa entendeu. Após transmitir a informação, faça perguntas como: O que você entendeu? Você poderia repetir o que eu transmiti?
  • Suas ações - Esteja certo de suas ações apoiam aquilo que você diz, lembre que ações falam mais alto do que palavras.
  • Entendimento - Procure não só ser compreendido como compreender, seja um bom ouvinte não só para os significados explícitos, mas também para os implícitos.
  • Compartilhe - Compartilhe tanta informação quanto for possível, isto trará ganhos para todos os envolvidos.
  • "FEEDBACK" - O retorno de informações é importante para manter seus parceiros atualizados nos processos e atividades de interesse comum, sempre retorne a informação, mostre os resultados e ações consequentes de informação recebida anteriormente.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Zepelin

O Zeppelin foi um dirigível rígido inventado pelo conde Ferdinand von Zeppelin nos Países Baixos e fabricado pela Luftschiffbau-Zeppelin GmbH.
O projeto, delineado em 1874, foi patenteado em 1895.
De formato alongado característico, foi muito utilizado para travessias transatlânticas com passageiros na década de 1930. Devido ao seu enorme sucesso, o termo "Zeppelin", em uso casual, firmou-se para se referir a todos os dirigíveis rígidos.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Um belo passa tempo

A arte vem da onde você menos espera

Não custa fazer um esforços

Não custa fazer um esforço por aquilo que você AMA 

Usain Bolt

  No Estádio Olímpico de Londres, o homem mais rápido do mundo, Usain Bolt, conquistou pela segunda vez a medalha de ouro nos 100 m rasos. O jamaicano cravou 9s63 e superou adversários como Yohan Blake, Asafa Powell e Tyson Gay

.

Espírito Esportivo

    Brigitte (à esq.) vinha liderando a sexta bateria ao lado da americana Lolo Jones (à dir.), bicampeã mundial indoor dos 60 m sobre barreira, quando se chocou contra uma barreira e ficou para trás. Ao final da prova, Lolo tentou consolar a jamaicana, que chorava muito após o resultado negativo

Os Fera Sempre Se Ferra

Porque sera
Que os Fera
Sempre se Ferra
Não fazem nada
com Nada
Mas quem tem a culpa
é so os Fera
por isso
os fera
sempre se ferra




Ou isto ou aquilo


Cecília Meireles
Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.