terça-feira, 25 de outubro de 2011

Acordo Ortográfico de 1990

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 é um tratado internacional firmado em 1990 com o objetivo de criar uma ortografia unificada para o português, a ser usada por todos os países de língua oficial portuguesa. Foi assinado por representantes oficiais de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990. Depois de recuperar a sua independência, Timor-Leste aderiu ao Acordo em 2004. O processo negocial que resultou no Acordo contou com a presença de uma delegação de observadores da Galiza.[1]
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 pretende instituir uma ortografia oficial unificada para a língua portuguesa, com o objetivo explícito de pôr fim à existência de duas normas ortográficas oficiais divergentes, uma no Brasil e outra nos restantes países de língua oficial portuguesa, contribuindo assim, nos termos do preâmbulo do Acordo, para aumentar o prestígio internacional do português.
É dado como exemplo motivador pelos proponentes do Acordo,[2] o castelhano, que apresenta diferenças, quer na pronúncia quer no vocabulário entre a Espanha e a América Hispânica, mas está sujeito a uma só forma de escrita, regulada pela Associação de Academias da Língua Espanhola. Por outro lado, os oponentes têm apontado o facto de a ortografia da língua inglesa apresentar variantes nos diversos países anglófonos, sem que a ortografia inglesa tenha sido objeto de regulação estatal legislada.
A adoção da nova ortografia, de acordo com o Anexo II do Acordo — a Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990[3] — que se baseia numa lista de 110 mil lemas da Academia das Ciências de Lisboa,[4] acarreta alterações na grafia de cerca de 1,6% do total de palavras (lemas) na norma em vigor em Portugal, PALOP, Timor-Leste e Região Administrativa Especial de Macau e na grafia de cerca de 0,5% do total de palavras (lemas) na brasileira.[5] Mas, de acordo com o vocabulário[6] elaborado em 2008 pelo Instituto de Linguística Teórica e Computacional (Lisboa) a partir da base de dados linguísticos MorDebe[7] com 135 mil lemas, a percentagem de lemas afetados — ou seja, palavras simples não flexionadas que constituem entradas num dicionário ou vocabulário — ascende a quase 4% na norma europeia.[8] No entanto, este número inclui tanto as palavras que apresentam modificações na grafia, como as que passam a ser variantes legalmente válidas em toda a CPLP.
O teor substantivo e o valor jurídico do tratado não suscitaram consenso entre linguistas, filólogos, académicos, jornalistas, escritores, tradutores e personalidades dos setores artístico, universitário, político e empresarial das sociedades dos vários países de língua portuguesa. Na verdade, a sua aplicação tem motivado discordância por motivos técnicos, havendo quem aponte lacunas, erros e ambiguidades no texto do Acordo ou simplesmente conteste a adequação ou necessidade de determinadas opções ortográficas, como a introdução de facultatividades (i.e., possibilidade da mesma palavra ter mais do que uma grafia permitida) em vários domínios da ortografia (acentuação, maiusculação e "consoantes mudas"), a supressão das chamadas "consoantes mudas" (i.e., as que não se pronunciam), as novas regras de hifenização, a supressão do acento diferencial em diversas palavras e a supressão do trema.
Também tem havido contestação ao Acordo com fundamentos políticos, económicos e jurídicos, havendo mesmo quem tenha afirmado, em Portugal, a inconstitucionalidade do tratado.[9] Outros ainda afirmaram que o Acordo Ortográfico serve, acima de tudo, a interesses geopolíticos e económicos do Brasil.[10][11] O certo é que o Art.º 9.º (Tarefas Fundamentais do Estado) da Constituição da República Portuguesa refere expressamente o uso e difusão internacional da língua portuguesa, mas não se conhece nenhum parecer autorizado sobre a inconstitucionalidade do teor das bases ortográficas do Acordo de 1990.

Reforma Ortográfica 2

Nova Reforma Ortográfica -  Aspectos Positivos
O Novo Acordo Ortográfico, em vigor desde janeiro de 2009, gera polêmica entre gramáticos, escritores e professores de Língua Portuguesa. Segundo o Ministério de Educação, a medida deve facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre os países que falam Português e ampliar a divulgação do idioma e da literatura portuguesa. Dentre os aspectos positivos apontados pela nova reforma ortográfica, destacam-se ainda:
- redução dos custos de produção e adaptação de livros;
- facilitação na aprendizagem da língua pelos estrangeiros;
- simplificação de algumas regras ortográficas.
Nova Reforma Ortográfica -  Aspectos Negativos
- Todos que já possuem interiorizadas as normas gramaticais, terão de aprender as novas regras;
- Surgimento de dúvidas;
- Adaptação de documentos e publicações.
Período de Adaptação
Mesmo entrando em vigor em janeiro de 2009, os falantes do idioma terão até dezembro de 2012 para se adaptarem à nova escrita. Nesse período, as duas normas ortográficas poderão ser usadas e aceitas como corretas nos exames escolares, vestibulares, concursos públicos e demais meios escritos. Em Portugal, cerca de 1,6% das palavras serão alteradas. No Brasil, apenas 0,5%.
Atualização dos Livros Didáticos
De acordo com o MEC, a partir de 2010 os alunos de 1º a 5º ano do Ensino Fundamental receberão os livros dentro da nova norma - o que deve ocorrer com as turmas de 6º a 9º ano e de Ensino Médio, respectivamente, em 2011 e 2012.
Reforma na Escrita
Por fim, é importante destacar que a proposta do acordo é meramente ortográfica. Assim, restringe-se à língua escrita, não afetando aspectos da língua falada. Além disso, a reforma não eliminará todas as diferenças ortográficas existentes entre o português brasileiro e o europeu.
Veja as mudanças trazidas pelo Novo Acordo Ortográfico, em vigor desde janeiro de 2009.

Reforma Ortográfica

Não é de hoje que os integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa  (CPLP) pensam em unificar as ortografias do nosso idioma. Desde o início do século XX, busca-se estabelecer um modelo de ortografia que possa ser usado como referência nas publicações oficiais e no ensino. No quadro a seguir tem-se, resumidamente, as principais tentativas de unificação ortográfica já ocorridas entre os países lusófonos. No Brasil, note que já houve duas reformas ortográficas: em 1943 e 1971. Assim, um brasileiro com mais de 65 anos está prestes a passar pela terceira reforma. Em Portugal, a última reforma aconteceu em 1945.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

posso sim


Posso sim   o orkut é meu , e eu faço o que quiser   !
Quem se revolta, quando acontece isso kkk
 #REPASSE

terça-feira, 18 de outubro de 2011

DIARIO DE UM BANANA

Um dia vou ser famoso,mas por inquanto estou preso no ensino fundamental com uma cambada de debeis
só não espere "querido diario"isso,"querido diario"aquilo

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Projeto Criança Canabrava

Projeto Criança Canabrava  tem nova sede
Marília Nunes não quer nem lembrar do tempo em que catava lixo no aterro de Canabrava. Dos 8 aos 10 anos, junto com a família, ela sobrevivia em condições subumanas e não ia à escola. Hoje, aos 18, se prepara para fazer vestibular para pedagogia. Junto com outras crianças e adolescentes, a ex-filha de badameiros participou, ontem pela manhã, da inauguração da sede do projeto Criança Canabrava, que desde 1998 atua na área do antigo lixão, oferecendo noções de cidadania, reforço escolar e qualificação profissional para as meninas e meninos que antes cresciam em meio aos dejetos.
Além dos jovens atendidos pelo projeto e de seus pais - alguns ex-catadores de lixo hoje trabalham no Parque oficinas, as crianças têm direito à alimentação, assistência médico-odontológica e bolsa-auxílio nos valores Socioambiental em que o antigo lixão se transformou -, participaram da solenidade o senador Antonio Carlos Magalhães, o prefeito Antonio Imbassahy e o secretário municipal de Serviços Públicos, Jalon Oliveira. Após a inauguração da sede do projeto, construída com telhas e tijolos ecológicos, houve uma apresentação das crianças, que recitaram poesias e mostraram números de dança. Também ocorreu a inauguração do monumento com a marca do Parque Socioambiental e, por último, o show musical com a banda Bicho de Cana, formada por moradores do bairro Nossa Senhora da Vitória (ex-Canabrava).
Exemplo - Durante a cerimônia, o senador Antonio Carlos Magalhães destacou a importância do trabalho realizado pela prefeitura em Canabrava, que transformou a realidade local e trouxe qualidade de vida para a comunidade. "Esse trabalho serve de exemplo não só para o Brasil, mas para outros lugares no mundo onde existe pobreza e exclusão da mesma forma que antigamente existia em Canabrava", afirmou.
O prefeito Antonio Imbassahy lembrou a situação de risco e as condições insalubres em que viviam mais de mil pessoas, inclusive 330 crianças, antes da extinção do aterro sanitário. Fazendo a retrospectiva da implantação do projeto, ele contou que o passo mais importante para a transformação de Canabrava em parque sócio-ambiental foi o pacto firmado com a comunidade, durante uma reunião em 1997, de que as crianças não entrariam mais no lixão, quebrando assim um ciclo que perdurou por mais de 20 anos.
A partir daí, a Sesp iniciou a campanha Criança no lixo nunca mais e desenvolveu o Projeto Criança Canabrava. Dos 330 jovens atendidos no início do programa, 230, com mais de 18 anos, foram encaminhados para o mercado de trabalho e outros cem, com idades que variam de 11 a 17 anos, continuam participando das oito oficinas: informática, dança, capoeira, música, reforço escolar, reparação de eletrodomésticos, horticultura e artes plásticas. Além das de R$65 (para aqueles até 14 anos) e R$180 (para os jovens entre 14 e 18).